NENHUMA LÍNGUA A MENOS

A Palavra de Deus na Língua Amahuaca

O vídeo de Lucas em Amahuaca, é trazido a você por Scripture Earth

© 2004 Inspirado Films; © 2016 Wycliffe Bible Translators Inc.

 

Recursos na Língua Amahuaca (Scripture Earth)

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Hanka Amahuaca,  posa para uma foto..jpg

Hanka Amahuaca,  posa para uma foto. Foto: Catherine Needles, 2011.

 

Histórias bíblicas curtas em áudio, mensagens evangelísticas, canções e músicas que explicam o plano da salvação e ensinam a base do Cristianismo (Global Recordings Network)

Número do Programa: A07780
Nome do Idioma: Amahuaca

Comprimento do programa: 28:43 min.

1.     Os dois Caminhos: 3:16 min.

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2. O novo Homem: 3:25 min.

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3. A Criação e a Queda: 3:24 min.

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4. Noé: 3:24 min.

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5. O novo Homem: 0:41 min.

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6. O nascimento de Cristo: 3:36 min.

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7. Morte e Ressurreição: 3:36 min.

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8. Ensinar todas as nações: 3:29 min.

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9. A vida vitoriosa: 3:48 min.

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O objetivo da Global Recordings Network é que estas gravações sejam usadas na evangelização e em estudos bíblicos que levem a mensagem do Evangelho a pessoas iletradas ou que façam parte de uma cultura mais oral do que escrita, e em especial a grupos não alcançados.

Copyright © 1967 Global Recordings Network. Esta gravação pode ser copiada livremente para uso no ministério pessoal ou local, na condição de que não seja modificada, vendida separada ou em conjunto com outros produtos que são vendidos.

 

Criança Amahuaca sentada em sua casa em Maldonadillo, Peru..jpg

Menina Amahuaca sentada em sua casa, em Maldonadillo, Peru. Foto: Catherine Needles, 2011.

 

 

História:

Este texto é trazido a você por “Indígenas do Brasil”

Os franciscanos se encontraram os Yora no rio Conguari acerca de 1686 e os chamaram Amahuaca. Os Yora estavam ameaçados pelos Piro, Shipibo e Conibo. Nas últimas décadas do século XIX, seringueiros os atacaram para escravizá-los no trabalho de recolha da resina. Os Yora sofreram danos consideráveis do ponto de vista demográfico durante esta época da borracha, quando epidemias graves reduziram significativamente sua população. Eles se isolaram de todos os indígenas e dos brancos até 1925. Em 1962 dois grupos de famílias, de 100 pessoas, migraram do rio Curiuja para o Urubamba e um teve contato com a Missão Sepahua, enquanto o outro ficou em Jatitza, perto de Atalaya.

Os Dominicanos começaram a Missão na cidade de Sepahua, no delta dos rios Sepahua e Urubamba em 1948. Seu alvo não era somente evangelizar, mas banir o tráfico de crianças vendidas com escravas para trabalhar em fazendas e ranchos. Os missionários conseguiram acabar com este abuso em 1957, e as crianças resgatadas assistiam às aulas nas escolas dos padres. A Missão continua a contatar os indígenas, para não serem mais isolados e tenta tirar o medo dos índios e facilitar um relacionamento eficiente para eles (Roach, 2003). Contatos violentos aconteceram em 1974 e 1984. Em 1984 a SIL Internacional teve contato em Sepahua e conduziu um programa de vacinação contra gripe para os Nahua Yora.

Estes povos escolheram se isolar na floresta, depois da experiência de contato com os brancos no passado. Porém, representantes de quatro povos, Mashco-Piros, Amahuaca, Yaminahuas, e Yora encontram com ambientalistas em 2000 para reclamar que o governo peruano estava pronto para conceder direitos de extração de madeira às companhias madeireiras e assim destruir o meio ambiente (Knight, 2000). A Federação Nativa de Madre de Dios (FENAMAD) fez campanha diretamente com o governo e o Banco Mundial e o Banco Interamericano financiaram um projeto de demarcar zonas indígenas (Knight, 2000).

Em abril 2002, o governo do Peru estabeleceu um Território Indígena de 809,400 hectares na região de Madre de Dios para a proteção de povos isolados: os Yora, Yine e Amahuaca (Roach, 2003). São caçadores coletores que migram pela floresta procurando os ovos de tartarugas nas praias na época da seca, e castanhas e frutos na época da chuva. Entretanto, é difícil manter os recursos para os índios devido às invasões dos brancos. A Fundação Gordon e Betty Moore de Washington DC produziu uma série de programas de televisão sobre a situação destes povos.

A Amazon Watch diz que as companhias madeireiras e de energia tentam contatar os povos isolados para integrá-los na sociedade nacional e assim acessar os recursos naturais na reserva para exploração (Roach, 2003). A pressão atual é dos madeireiros extraindo o mogno; suas penetrações dentro do Território têm provocado encontros violentos e a possibilidade de epidemias entre os indígenas. Um grupo de companhias de petróleo receberam um contrato para extrair gás natural e o projeto está sendo realizado na bacia do rio Urubamba. Empresas de exploração de petróleo e gás foram proibidas de operar numa reserva de índios isolados localizada na remota Amazônia peruana. De acordo com a ONG britânica Survival International, a decisão foi anunciada em Londres pela Perupetro, a empresa estatal responsável pela promoção da exploração de petróleo e gás no Peru, em 21 de maio de 2010.

 

Indios Amahuaca limpando a selva para agricultura, Peru, 1963. Foto - Cornell Capa.jpgÍndios Amahuaca limpando a selva para agricultura, Peru. Foto: Cornell Capa, 1963.

 

Estilo da Vida:

Vivem em aldeias com cerca de 45 pessoas, em famílias. As aldeias mudam de lugar cada ano para manter a produção das roças e a segurança contra os inimigos. A base de sustento são suas roças, a caça e a pesca. O chefe da aldeia, o homem mais velho é considerado o dono da terra, mas cada família é dono do seu jardim, enquanto está em cultivação. As árvores frutíferas pertencem a quem as plantou (Dole). Cultivam mandioca, milho, inhame, banana, feijão, abacaxi, arroz, amendoim e algodão. Alguns produtos são vendidos em uma base casual. O milho é guardado em cima de um jirau em uma casa separada; é usado torrado e moído em pó. O arco e flechas são usados para a caça e a pesca. Os animais caçados são diversos: macaco, veado, porco do mato, anta, capivara e tartaruga. Usam cachorros para achar a presa.

Cada família nuclear ocupa uma casa no meio da floresta. A construção das casas é retangular e aberta, sem paredes, o telhado coberto de palha de jarina, quase chegando até o chão (Dole). Os homens se sentam em bancos e as mulheres em esteiras.

Os homens caçam e pescam, cortam as roças e plantam mandioca, banana e tabaco e fabricam cestos e ferramentas. As mulheres plantam, colhem e carregam a maior parte da colheita, procuram a lenha e trazem a água, preparam a carne de caça, cozinham e cuidam das crianças. Elas fiam e tecem, fazem cerâmica e a maior parte da cestaria.

Família Amahuaca, Cornell Capa, 1963.jpg

Família Amahuaca. Foto: Cornell Capa, 1963

Artesanato:

Machado e facas de aço substituem os antigos machados e bastões de madeira. Casco de marisco, bambu e dentes de animais ainda estão usados como ferramentas. Fabricam aturás retangulares e folhas de palmeira e cestos retangulares com tampa de lascas de bambu. O barro dos barrancos dos rios é usado para criar potes simples de diversos tamanhos e formas. Algodão é usado em tecer redes, saias, bolsas e linga para carregar bebê. Jangada de troncos de balsa são usadas nas cabeceiras, aonde as canoas não são práticas. Canoas de cedro são usados nos rios Purus, Sepahua e Ucayali (Dole).

Pintam desenhos geométricos em vermelho e preto nos seus corpos e nas faixas usadas nas cabeças. A música é limitada para flautas de três notas (Dole).

 

Três Amahuaca em cabana de armazenamento de milho, Peru, 1963. Foto - Cornell Capa.jpgTrês Amahuaca em cabana de armazenamento de milho, Peru. Foto: Cornell Capa, 1963.

Sociedade:

Uma parte importante deste povo ainda reside afastado da sociedade nacional. Os Yora foram divididos em clãs chamados Indow, Rondowo, Shaawo, Kutinawa shawanawa e Na’iwo. As aldeias são constituídas por membros de diferentes grupos, embora alguns possam predominar em cada assentamento. Cada assentamento é autônomo, o homem mais velho é o líder. Amizade fora da aldeia é limitada aos povos que falam a mesma língua, chamados nokîngaiwo (nossos parentes). Povos de cultura semelhante são yora ou hondiwo (povo, humanidade), e povos de culturas diferentes são inimigos potenciais (nawa ou naa) (Dole). Os Amahuaca desconfiam e temem os inimigos, especialmente os Yaminahua, Cashinahua e Culina.

Os Yora praticam o casamento entre aldeias de primos cruzados bilaterais, que dizem que o homem deve casar com a filha do irmão da mãe ou da irmã do pai. As crianças são prometidas em casamento quando ainda muito novas. Depois de completar um tempo para ‘pagar’ o dote com serviços e ferramentas de feitas ao sogro, a regra é residência virilocal, o casal mora com os pais do marido. Eles limitam o tamanho da família com contraceptivos, aborto, infanticídio e entregam para criação (Dole). As crianças recebem pouca disciplina até serem adolescentes, quando recebem instrução na caça ou no trabalho doméstico. O rapaz tem que se provar, ao construir uma casa, ter sucesso na caça e limpar uma roça. Ele é convicto de receber instruções em sonhos através de um animal do tipo “alter ego”, uma segunda versão de si mesmo.

A etnia está em fase de desintegração devido ao casamento com outras etnias, e encaram a própria língua negativamente (SIL). A maior comunidade Yora é em Puerto Varadero, na fronteira entre Peru e Brasil. Existem cinco escolas primárias com professores.

 

Henrique, ancião da comunidade, vigia o peixe para o Dia de San Juan.jpg

Henrique, ancião da comunidade Amahuaca, vigia o peixe para o Dia de San Juan. Foto: Catherine Needles, 2011.

Religião:

No tempo da colheita realizam festas, convidando os próximos assentimentos, e uma sopa é servida. Os homens tomam ayahuasca, do cipó Banisteriopsis caapi, chamado também Capi ou Yage, para comunicar com os ancestrais e os espíritos das onças. Cantam a noite toda (Dole).

Os pajés (hawaai) usam a ayahuasca para enviar seu espirito de onça para buscar a alma de um doente. Para ajudar o crescimento dos filhos o suco do fruto de genipa (jenipapo) ou as folhas de arbustos fortes são esfregados nos corpos e vomita-se sopa sobre eles.

Os defuntos são enterrados no chão provisoriamente para esperar a chegada dos parentes de outras aldeias e, depois, são queimados. As cinzas são enterradas e fragmentos de osso e dentes são moídos e tomados em uma sopa pelo parente mais próximo. Talvez a origem deste costume seja a ideia que os Amahuaca praticavam antropofagia. Os mortos vão para o céu perto do sol, aonde a caça é fácil e podem visitar outros ancestrais (Dole).

 

Santos Carion Silvano, um indiano bilingue, ensinando Amahuaca, Peru, 1963. Foto - Cornell Capa.jpgSantos Carion Silvano, um indiano bilingue, ensinando Amahuaca, Peru. Foto: Cornell Capa, 1963.

Cosmovisão:

Os Amahuaca creem que os indígenas eram criados animais e que eles mesmos originaram no xopaan, o fruto de uma begônia. O universo é habitado por espíritos (yoshin). Os mais perigosos são os dos predadores. As estrelas são os espíritos de pessoas que moravam na terra. Os espíritos dos ancestrais podem afligir os vivos com epidemias (Dole).

Seu herói principal é Rantanga que, associado ao sol, é a fonte do fogo, plantas domésticas e machados de pedra. Ele também criou os animais. Seus mitos contam sobre dilúvios, terremotos, genocídios e uma escada de bambu que alcança o céu. Gêmeos são resultado de relações incestuosas. Deformidades congênitas são consideradas resultado de espíritos incubus (Dole).

Comentário: Conforme a revista antiga de WEC International Kenneth Grubb, pesquisador da antiga Missão Coração da Amazônia (ramo da WEC) encontrou com alguns Amahuaca no rio Juruá em 1925. A Missão Pioneers estabeleceu um posto no Alto Rio Purus. Iviche, um indígena conta que quando os missionários (não especifica quais) congregaram os índios em um só lugar e eles usavam roupas, as roupas transmitiram doenças. Os índios ficaram na Missão 4 ou 5 anos e depois os anciãos começaram a morrer (Roach, 2003).

 

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Juan Pablo Amahuaca no meio de um jogo de voleibol aquático no rio. Foto: Catherine Needles, 2011.

 

Amahuaca: Uma língua do Peru

ISO 639-3 Amc

Estes dados e informações são trazidos a você por Ethnologue: Languages of the World

Nomes alternativos: Amaguaco, Amahuaka, Amajuaca, Amawaka, Ameuhaque, Ipitineri, Ipitnere, Sayaco

Autodenominação: Yora

População: 300 (recenseamento de 2007), diminuindo. 20 monolíngues. População étnica: 500. 300 no Peru; 200 no Brasil; talvez 50 não contataram em áreas de fronteira. Total de usuários em todos os países: 520.

Localização: Madre de Dios e Ucayali: espalhadas nos rios Aguaytía, Curanja, Curiuja, Inuya, Las Piedras, Mapuya, Purus, Sepahua, Ucayali Superior e Yuruá; Bacia Amazônica do Sudeste.

Mapas de idiomas: Central do Brasil Central; Peru

Status da linguagem: 7 (Mudança).

Classificação: Panoan, Mainline, Tri-State, Amawaka

Tipologia: SOV.

Uso da linguagem: Grupo de desintegração e perda de identidade devido ao intercâmbio com outros. Nenhum programa de educação bilíngue (2007). Aldeia natal. Principalmente adultos mais velhos; Apenas as crianças nas comunidades mais distantes ainda adquirem a língua. Atitudes negativas. Também usam Sharanahua [mcd] , Espanhol [spa] , e Yaminahua [ yaa ] .

Desenvolvimento da linguagem: Taxa de alfabetização em L1: 30%. Taxa de alfabetização em L2: 50%. Dicionário. Gramática. Porções da Bíblia: 1963-1997.

Recursos de Idiomas: Recursos do OLAC em e sobre Amahuaca

Escrevendo: Alfabeto latino [Latn] .

Outros comentários: Religião cristã, tradicional.

 

 

Crianças Amahuaca, Peru, 1963. Foto - Cornell Capa.jpgCrianças Amahuaca, Peru. Foto: Cornell Capa, 1963.

 

Também Falado no Brasil

Nome da língua: Amahuaca

População: 220 (1995).

Localização: Estado do Acre: área da fronteira do Peru.

Nomes alternativos: Amawaca, Amawáka, Amenguaca, Sayacu, Yora

Dialetos: Inuvaken, Viwivakeu.

Status: 8b (Quase extinto).

 

Recursos dos Arquivos Abertos sobre a língua Amahuaca (OLAC)

ISO 639-3: amc

 

Textos primários

  1. Resources in the Amahuaca language.n.a. 2014. Archive of the Indigenous Languages of Latin America (AILLA). oai:ailla.utexas.org:amc
  2. Amahuaca Genesis Translation.British and Foreign Bible Society. 1992. Lima: Ediciones Alborada. oai:rosettaproject.org:rosettaproject_amc_gen-1
  3. Lomax Collection Recording of Amahuaca.Lomax, Alan (Collector). 1960. The Rosetta Project: A Long Now Foundation Library of Human Language.oai:rosettaproject.org:rosettaproject_amc_vertext-1
  4. Aspects of Amahuaca grammar; An endangered language of the Amazon Basin.Sparing-Chávez, Margarethe. 2010. SIL. oai:sil.org:43965

 

Recursos lexicais

  1. Crúbadán language data for Amahuaca.Kevin Scannell. 2015. The Crúbadán Project. oai:crubadan.org:amc
  2. Diccionario amahuaca.Hyde, Sylvia Y. (compiler). 1980. Serie Lingüística Peruana. oai:sil.org:29823
  3. Série Lingüística Especial Nº 1.Faust, Norma; Pike, Evelyn G.; Anderson, Lambert; Russell, Robert; Russell, Delores; Duff, Martha; Powlison, Paul; Powlison, Esther. 1959. Serie lingüística (Hermosillo, Mexico). Memorias. oai:sil.org:54182

 

Descrições da língua

  1. Una gramática transformacional del amahuaca.Russell, Robert Lee, 1925-. 1975. Estudios panos ; 4. oai:gial.edu:24892
  2. Glottolog 3.0 Resources for Amahuaca.n.a. 2017. Max Planck Institute for the Science of Human History. oai:glottolog.org:amah1246
  3. Phoible Online phonemic inventories for Amahuaca.n.a. 2014. Max Planck Institute for Evolutionary Anthropology. oai:phoible.org:amc
  4. Handbook of Amazonian Languages, Vol. 4.Sparing-Chavez, Margarethe W. 1998. Berlin: Mouton de Gruyter. oai:rosettaproject.org:rosettaproject_amc_morsyn-1
  5. Diccionario Amahuaca.Hyde, Sylvia. 1980. Ministerio de Educacion Instituto Linguistico de Verano. oai:rosettaproject.org:rosettaproject_amc_ortho-1
  6. Una explicación de la variación dialectal debido a la pérdida de una regla transformacional de la gramática amahuaca.Russell, Robert L. 1976. Datos Etno-Lingüísticos. oai:sil.org:30083
  7. Estudios panos 2.Loos, Eugene E. (editor). 1973. Serie Lingüística Peruana. oai:sil.org:30164
  8. Aspects of Amahuaca grammar; An endangered language of the Amazon Basin.Sparing-Chávez, Margarethe. 2010. SIL. oai:sil.org:43965
  9. An analysis of Amahuaca tone as applied to practical orthography.Loos, Eugene E.; Hyde, Richard. 1975. Información de Campo [Peru]. oai:sil.org:45370
  10. A few thoughts regarding high tone in Amahuaca.Hyde, Richard; Loos, Eugene E. 1975. Información de Campo [Peru]. oai:sil.org:45374
  11. Aspects of Amahuaca Grammar: An Endangered Language of the Amazon Basin.Sparing-Chávez, Margarethe. 2012. SIL e-Books 51. oai:sil.org:51672
  12. Série Lingüística Especial Nº 1.Faust, Norma; Pike, Evelyn G.; Anderson, Lambert; Russell, Robert; Russell, Delores; Duff, Martha; Powlison, Paul; Powlison, Esther. 1959. Serie lingüística (Hermosillo, Mexico). Memorias. oai:sil.org:54182
  13. WALS Online Resources for Amahuaca.n.a. 2008. Max Planck Institute for Evolutionary Anthropology. oai:wals.info:amc
  14. LAPSyD Online page for Amahuaca.Maddieson, Ian. 2012. http://www.lapsyd.ddl.ish-lyon.cnrs.fr. oai:www.lapsyd.ddl.ish-lyon.cnrs.fr:src291

 

Outros recursos sobre a língua

  1. Amahuaca phonemes.Osborn, Henry A. 1948. WALS Online RefDB. oai:refdb.wals.info:635
  2. Estudios Panos 4: Una gramática transformacional del Amahuaca.Russell, Robert. 1975. Summer Institute of Linguistics. oai:refdb.wals.info:2708
  3. Interclausal reference in Amahuaca.Sparing-Chávez, Margarethe W. 1998. Handbook of Amazonian languages 4. oai:refdb.wals.info:4684
  4. Diccionario Amahuaca.Hyde, Sylvia. 1980. Instituto Lingüístico de Verano. oai:refdb.wals.info:5393
  5. Handbook of Amazonian languages.Derbyshire, Desmond C; Pullum, Geoffrey K. n.d. Berlin New York : Mouton de Gruyter. oai:gial.edu:11484
  6. Surrey Person Syncretism Database.Baerman, Matthew. 2002. University of Surrey. oai:surrey.smg.surrey.ac.uk:personsyncretism
  7. Quiricá 5.Russell, Delores; Russell, Robert L. 1968. Ministerio de Educación. oai:sil.org:28400
  8. Mariquita.Chávez, Margarethe S. 1986. Ministerio de Educación and Instituto Lingüístico de Verano. oai:sil.org:27902
  9. Afinidades culturales de los amahuacas del Perú.Kietzman, Dale W. 1952. Perú Indígena. oai:sil.org:30205
  10. Mucaxanhquin yovanti quirica.Piño B., José (editor). 1995. Instituto Lingüístico de Verano. oai:sil.org:27908
  11. Quirica 3.Chávez, Margarethe S. 1985. Ministerio de Educación. oai:sil.org:28017
  12. Quirica yovanqui (Vamos a leer: Libro de aprestamiento para la lectura y escritura no. 2).Doerksen, Verna. 1982. Ministerio de Educación. oai:sil.org:28117
  13. Ja mai tohaztipan jahaa yohinna.Chávez, Margarethe S. 1992. Ministerio de Educación. oai:sil.org:28818
  14. Interesting Features Of The Amahuaca Language.Russell, Robert L. 2014. SIL International. oai:sil.org:58418
  15. Quirica 6.Chávez, Margarethe S. 1988. Ministerio de Educación. oai:sil.org:28621
  16. Estudios panos 4. Una gramática transformacional del amahuaca.Russell, Robert L. 1975. Serie Lingüística Peruana. oai:sil.org:29622
  17. Nocun yovaa vuaxonti vua.Hyde, Sylvia Y. 1987. npl. oai:sil.org:56123
  18. Instrumentos musicales tradicionales de varios grupos de la selva Peruana.Chávez, Margarethe S.; Leach, Ilo; Shanks, Anna Louise; Young, Carolyn M. 1976. Datos Etno-Lingüísticos.oai:sil.org:30329
  19. Non Jau Cuzahairazi Jovi Hicha.Salazar Rios, Manuel. 1981. SIL Language and Culture Archives. oai:sil.org:57429
  20. Panoan linguistic, folkloristic and ethnographic research: retrospect and prospect.Kensinger, Kenneth M. 1985. University of Texas. oai:sil.org:29835
  21. La referencia entre cláusulas en el amahuaca.Chávez, Margarethe S. 2005. Revista Latinoamericana de Estudios Etnolingüísticos. oai:sil.org:2437
  22. Algunos morfemas de amahuaca (pano) que equivalen a la entonación del castellano.Russell, Robert L. 1958. Perú Indígena. oai:sil.org:30337
  23. Quiricá 1.Russell, Delores. 1960. [Instituto Lingüístico de Verano]. oai:sil.org:28541
  24. El verbo reflexivo del amahuaca.Hyde, Sylvia Y. 1973. Serie Lingüística Peruana. oai:sil.org:29746
  25. The functional load of an interclausal reference system: an Amahuaca example.Chávez, Margarethe S. 1997. Información de Campo [Peru]. oai:sil.org:29647
  26. Nan jahaahaxmun janox nonhcanu.Pérez F., David; Piño B., José. 1993. Instituto Lingüístico de Verano. oai:sil.org:27852
  27. I want to but I can’t: the frustrative in Amahuaca.Chávez, Margarethe S. 2003. SIL Electronic Working Papers 2003-002. oai:sil.org:7854
  28. Cuuzha jahara ja mai tohastipan jahax jonivo qui. Ja sharaahi jahaxra cani qui nu.Hyde, Richard (translator). 1973. Ministerio de Educación. oai:sil.org:28355
  29. Algunas implicaciones de la reconstrucción de un fragmento de la gramática del proto-pano.Loos, Eugene E. 1973. Serie Lingüística Peruana. oai:sil.org:30157
  30. Quirica 7 – Animales del mundo.Chavez, Margarethe. 1989. Instituto Lingüístico de Verano. oai:sil.org:60557
  31. Quiricá 4.Russell, Delores. 1964. Instituto Lingüístico de Verano. oai:sil.org:28761
  32. Amahuaca phonemes.Osborn, Henry. 1948. International Journal of American Linguistics. oai:sil.org:30063
  33. Interclausal reference in Amahuaca.Chávez, Margarethe S. 1998. Mouton de Gruyter. oai:sil.org:30064
  34. Homenaje a la Declaración Universal de Derechos Humanos en su 40º anniversario, 1948-1988.a. 1988. Instituto Lingüístico de Verano. oai:sil.org:47664
  35. Caahax jahax hizinyamati.Meléndez P., Miguel (translator); Pérez R., Víctor (translator); Piño B., José (translator). 1992. Instituto Lingüístico de Verano. oai:sil.org:27465
  36. Quiricá 2.Russell, Delores. 1961. Instituto Lingüístico de Verano. oai:sil.org:28168
  37. Jau yohiquin Esopon cunuuni.Pérez R., Víctor (editor); Piño B., José (editor). 1992. Instituto Lingüístico de Verano. oai:sil.org:28268
  38. Quirica 5.Chávez, Margarethe S. 1986. Ministerio de Educación. oai:sil.org:28469
  39. Vizmarazi Hun Canhairazi Hun Jovi.Rodrigues Rios, Gilbert. 1981. SIL Language and Culture Archives. oai:sil.org:57469
  40. Quiricá yovantí 2.Russell, Delores; Russell, Robert L. 1968. Ministerio de Educación. oai:sil.org:28575
  41. Xunivaun jau yohipahonni = Cuentos de nuestros antepasados.Rengifo, Robert; Segundo, Samuel. 1999. Llanchama: Cuentos Pintados / Amazonia. oai:sil.org:30075
  42. A transformational grammar of Amahuaca (Pano).Russell, Robert L. 1965. SIL Language and Culture Archives. oai:sil.org:9380
  43. Xunivaun jau yohipahonni jovi.Chávez, Margarethe S. (editor). 1995. Instituto Lingüistico de Verano. oai:sil.org:27982
  44. Quirica 4.Chávez, Margarethe S. 1984. Ministerio de Educación. oai:sil.org:27788
  45. Quiricá 3.Russell, Delores. 1962. Instituto Lingüístico de Verano. oai:sil.org:27791
  46. Diccionario Amahuaca.Hyde, Sylvia. 1980. Ministerio de Educacion Instituto Linguistico de Verano. oai:rosettaproject.org:rosettaproject_amc_number-1
  47. Declaracion Universal De Derechos Humanos (Universal Declaration of Human Rights).Coordinadora Nacional de Derechos Humanos. 1998. Coordinadora Nacional de Derechos Humanos, Peru. oai:rosettaproject.org:rosettaproject_amc_undec-1
  48. Amahuaca: a language of Peru.n.a. 2017. SIL International. oai:ethnologue.com:amc
  49. Linguist List Resources for Amahuaca.Damir Cavar, Director of Linguist List (editor); Malgorzata E. Cavar, Director of Linguist List (editor). 2017-06-24. The LINGUIST List (www.linguistlist.org). oai:linguistlist.org:lang_amc

 

Outros nomes conhecidos e nomes dialectais: Amaguaco, Amawaca, Amawáka, Amenguaca, Ameuhaque, Inuvaken, Ipitineri, Sayaco, Sayacu, Viwivakeu

Fonte: http://www.language-archives.org/language.php/amc

Atualizado em: Sun 25 jun 00:15:13 EDT 2017

 

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