FORA DO PADRÃO!

alargador-acrilico-fora-do-padrao.jpg

“Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.”

Rm 12.2
Anúncios

TRIBULAÇÃO & ESPERANÇA

Clamor

“Nos gloriamos nas tribulações, porque sabemos que a tribulação produz perseverança; a perseverança, um caráter aprovado; e o caráter aprovado, esperança. E a esperança não nos decepciona, porque Deus derramou seu amor em nossos corações, por meio do Espírito Santo que ele nos concedeu.”

Rm 5.3-5

QUANTO MAIOR O PROFETA, MAIOR A TRIBULAÇÃO

canstockphoto7367753

“Deus não me matou no ventre materno nem fez da minha mãe o meu túmulo, e tampouco a deixou permanentemente grávida.

Por que saí do ventre materno? Só para ver dificuldades e tristezas, e terminar os meus dias na maior decepção?”

Jr 20.17, 18

QUANDO VIEREM AS GRANDES ONDAS

orar.jpg

“Feliz aquele cujas maldades Deus perdoa e cujos pecados ele apaga! Feliz aquele que o SENHOR Deus não acusa de fazer coisas más e que não age com falsidade!

Enquanto não confessei o meu pecado, eu me cansava, chorando o dia inteiro. De dia e de noite, tu me castigaste, ó Deus, e as minhas forças se acabaram como o sereno que seca no calor do verão.

Então eu te confessei o meu pecado e não escondi a minha maldade. Resolvi confessar tudo a ti, e tu perdoaste todos os meus pecados.

Por isso, nos momentos de angústia, todos os que são fiéis a ti devem orar. Assim, quando as grandes ondas de sofrimento vierem, não chegarão até eles.”

Sl 32.1-6

ÁGUAS II

Águas II

 

Águas II.jpg

 

 

Mesmo cercados por tanta água, grandes centros urbanos como Manaus dependem da água subterrânea para abastecer sua população. Pesquisadores alertam para o uso indevido desse recurso natural e das influências externas poluidoras que estão contaminando esses reservatórios naturais.

 

Duração: 00:23:50

Série: Nova Amazônia

Etapa de ensino: Geral

Ano de produção: 2013

Público-alvo: Público em geral

Faixa etária: 10-12

Área temática: Meio Ambiente

País de origem: Brasil

Áudio original: Áudio original

Produção: TV Cultura Amazonas

ÁGUAS I

Águas I

 Águas I

Esta edição explica a formação do rio Amazonas: especialistas e pesquisadores da área falam sobre as características geológicas, ecológicas e socioambiental. O programa revela ainda como os moradores de comunidades utilizam a água de forma consciente, a relação social das pessoas com o rio e seus comportamentos na visão da educação ambiental.

 

Duração: 00:26:39

Série: Nova Amazônia

Etapa de ensino: Geral

Ano de produção: 2013

Público-alvo: Público em geral

Faixa etária: 10-12

Área temática: Meio Ambiente

País de origem: Brasil

Áudio original: Áudio original

Produção: Tv Cultura Amazonas

NENHUMA LÍNGUA A MENOS

 Porções do Novo Testamento

na

Língua Kulina do Perú (mádija)

 

 Mulher Kulina. Foto Heine Herner, 1986.jpg

Mulher Kulina. Foto: Heine Herner, 1986

 

Leia o Novo Testamento na Língua Kulina

Estas porções no NT Kulina são trazidas a você por Liga Bíblica del Peru em parceria com Wycliffe Bible Translators

Leia e Ouça o Novo Testamento na Língua Kulina

CULWBTN1DA

Este áudio bíblico é trazido a você por Faith Comes By Hearing ℗ 2016 Hosanna

 

Palavras de Vida na Língua Kulina

Histórias curtas da Bíblia em áudio, mensagens evangelísticas que podem incluir músicas e canções. Elas explicam o plano de salvação e fornecem o ensinamento cristão básico.

Palavras de Vida 1

Número do Programa: C04530

Duração do Programa: (57:49 min.)

 
1. A Criação e a Queda (3:36 min.)

Salvar arquivo completo (3.1 MB )

Salvar arquivo pequeno (1.1 MB )

 Ler o roteiro

2. Noé (1:31 min.)

Salvar arquivo completo (1.5 MB )

Salvar arquivo pequeno (0.5 MB )

 Ler o roteiro

3. Noé (3:37 min.)

Salvar arquivo completo (3.4 MB )

Salvar arquivo pequeno (1.2 MB )

 Ler o roteiro

4. O Caminho da Paz (3:40 min.)

Salvar arquivo completo (3.3 MB )

Salvar arquivo pequeno (1.1 MB )

 Ler o roteiro

5. Uma nova natureza (3:00 min.)

Salvar arquivo completo (2,7 MB )

Salvar arquivo pequeno (0,9 MB )

 Ler o roteiro

6. O filho pródigo (3:31 min.)

Salvar arquivo completo (3.4 MB )

Salvar arquivo pequeno (1.1 MB )

Ler o roteiro

7. Os Dez Mandamentos (3:35 min.)

Salvar arquivo completo (3 MB )

Salvar arquivo pequeno (1.1 MB )

Ler o roteiro

8. Depois da morte, vem o quê? (3:07 min.)

Salvar arquivo completo (2,7 MB )

Guardar ficheiro pequeno (1 MB )

Ler o roteiro

9. Morte e Ressurreição (3:26 min.)

Salvar arquivo completo (3.3 MB )

Salvar arquivo pequeno (1.1 MB )

Ler o roteiro

10. Você tem medo? (4:09 min.)

Salvar arquivo completo (3.4 MB )

Salvar arquivo pequeno (1.4 MB )

Ler o roteiro

11. A Ovelha Perdida (1:49 min.)

Salvar arquivo completo (1.5 MB )

Salvar arquivo pequeno (0,7 MB )

Ler o roteiro

12. A Ovelha Perdida (1:50 min.)

Salvar arquivo completo (1.5 MB )

Salvar arquivo pequeno (0,7 MB )

Ler o roteiro

13. O pecado do homem (3:14 min.)

Salvar arquivo completo (2,7 MB )

Salvar arquivo pequeno (1.1 MB )

Ler o roteiro

14. Jesus, o Poderoso (3:17 min.)

Salvar arquivo completo (2.8 MB )

Salvar arquivo pequeno (1.1 MB )

Ler o roteiro

15. O Novo Homem (3:15 min.)

Salvar arquivo completo (2,7 MB )

Salvar arquivo pequeno (1.1 MB )

 Ler o roteiro

16. Um Mediador (3:27 min.)

Salvar arquivo completo (2,7 MB )

Salvar arquivo pequeno (1.2 MB )

 Ler o roteiro

17. A Palavra de Deus (2:51 min.)

Salvar arquivo completo (2.6 MB )

Salvar arquivo pequeno (0,9 MB )

18. A Palavra de Deus (0:42 min.)

Salvar arquivo completo (0.7 MB )

Salvar arquivo pequeno (0,3 MB )

 Ler o roteiro

19. A Vida Vitoriosa (3:31 min.)

Salvar arquivo completo (2.6 MB )

Salvar arquivo pequeno (1.2 MB )

20. Canção  (0:32 min.)

Salvar arquivo completo (0.5 MB )

Salvar arquivo pequeno (0.2 MB )

Downloads

Baixe Arquivo Zip Mp3 (47,1 Mb )

Download Zip File Mp3 (17,2 Mb )

Download da Lista de Reprodução do M3u

 

Menino Kulina. Foto Heiner Heine, 1986

Menino Kulina. Foto: Heiner Heine, 1986

Palavras de Vida 2

Número do Programa: C22180

Duração do Programa: 54:04 min.

 
1. Faixa 1 (27:04 min.)

Salvar arquivo completo (25,4 MB )

Salvar arquivo pequeno (0 KB )

2. Faixa 2 (26:59 min.)

Salvar arquivo completo (25,4 MB )

Salvar arquivo pequeno (0 KB )

 

Criança Kulina com mãe. Foto Heine Herner, 1986..jpg

Criança Kulina com mãe. Foto: Heine Herner, 1986.

Boas Novas na Língua Kulina

Lições bíblicas em 40 figuras, com um panorama bíblico audiovisual da Criação até Cristo, e estudos da Vida Cristã. Ideal para evangelismo e plantação de igreja.

Número do Programa: A65281

Duração do Programa: 48:35 min.

Boas Novas 1-20 – Kulina

Número do Programa: A65282

Duração do Programa: 39:43 min.

Boas Novas 21-40 – Kulina

Essas gravações são projetadas para evangelismo e ensino básico da Bíblia para trazer a mensagem do evangelho a pessoas que não são alfabetizadas ou são de culturas orais, particularmente grupos de pessoas não alcançadas.

Estas gravações são trazidas a você por Global Recordings Network – Copyright© 1967. Estas gravações podem ser copiadas livremente para uso no ministério pessoal ou local, desde que não sejam modificadas e não sejam vendidas ou empacotadas com outros produtos que são vendidos.

 

Homem Kulina. Extraindo látex. Foto Heine Herner, 1986..jpg

Homem Kulina. Extraindo látex. Foto: Heine Herner, 1986.

Recursos na Língua Kulina

Leia e Ouça o Novo Testamento no “Bible.is”

Leia o NT Kulina em PDF

Ir para o “visualizador online”

Baixe o NT Kulina em PDF

Baixe o módulo de telefone celular para MySword (Android)

Baixe o módulo de telefone celular para “GoBible” (Java)

Baixe o módulo de telefone celular para Android App

Baixe o NT Kulina para uso com o software de estudo bíblico “The Word”

Link para “Virtual Storehouse”: Compre o NT Kulina

Link para app Android: Google Play

Link para “Languages of Peru”: mapa

Link para “Languages of Brazil”: mapa

Link para “Global Recordings Network”

Assistir ao Vídeo de Lucas na Língua Kulina

Os Recursos na Língua Kulina são trazidos a você por Scripture Earth

Celebração pelo Novo Testamento Kulina (Español)

Povos Indígenas no Brasil

Introdução 

Vivendo nas margens dos rios Juruá e Purus, os Kulina destacam-se pelo vigor com que mantêm suas instituições culturais, entre elas a música e o xamanismo. Um exemplo disso é que, apesar do antigo contato com brancos e da proximidade de algumas aldeias com centros urbanos, não se tem conhecimento de nenhum Kulina vivendo fora de suas terras.

Fabricação de cesto com folha de palmeira. Foto Heine Heiner, 1986..jpg

Fabricação de cesto com folha de palmeira. Foto: Heine Heiner, 1986.

Nome e língua

Os Kulina são pertencentes à família lingüística Arawá e, até a chegada dos brancos, foram um dos grupos mais numerosos no estado do Acre e sul do Amazonas. Sua autodenominação é madija (pronuncia-se madirrá) que significa “os que são gente”, sendo os brancos tratados genericamente por cariás.

Os madija falam predominantemente a língua Kulina nas aldeias, inclusive as crianças, sendo quase todos os (raros) bilíngues do sexo masculino e mais velhos. Geralmente, são os que trabalharam na juventude para os patrões brancos nos seringais e na extração de madeira que têm mais conhecimento da língua portuguesa, embora nas aldeias próximas às cidades a necessidade de estabelecer relações com a sociedade envolvente esteja mudando essa realidade. Muitos jovens vêm preparando-se para atuar como professores indígenas, agentes agroflorestais e agentes de saúde, sobretudo a partir de 1970, com a implantação em Rio Branco do escritório da Funai e da atuação de organizações como a CPI (Comissão Pró-Índio) e o CIMI (Centro Indigenista Missionário).

Meninas kulina na aldeia de Envira. Foto Terri Vale de Aquino, 1982..jpg

Meninas kulina na aldeia de Envira. Foto: Terri Vale de Aquino, 1982.

O estilo linguístico feminino é marcadamente diferente do masculino: há oclusão de vogais, condensação de palavras inteiras, às vezes criando situações em que a simples tradução de um trecho de quatro ou cinco palavras torna-se tarefa complicada. Apenas os Madija entendem o que suas mulheres falam e, como há neologismos que variam de aldeia para aldeia, essa compreensão às vezes restringe-se ao próprio grupo local.

Alguns dos poucos falantes brancos da língua Kulina por mim consultados sobre o canto feminino, como os Luteranos e membros do CIMI, foram enfáticos em afirmar sua dificuldade de compreender, senão o significado, muitas vezes a própria palavra dita, reiterando a possibilidade da existência de um universo linguístico feminino peculiar. Elas praticam uma técnica particular no canto que consiste em, quando há um final de frase, pronunciar a última sílaba inspirando ar. Isso pode ser claramente observado no acento dado à conclusão das frases, características que eu apenas percebi no canto feminino e na sua duração. Tive a impressão de que cantavam ciclicamente, aspirando ar no final da frase para ganhar um pouco mais de fôlego.

Escola Kulina. Foto Eduardo viveiros de Castro,1978..jpg

Escola Kulina. Foto: Eduardo viveiros de Castro,1978.

Localização e população

Grande parte da população Kulina encontra-se na fronteira do Brasil com o Peru. No Brasil vivem em aldeias às margens dos rios Juruá e Purus (Acre) e, em 2002, somavam em torno de 2.500 indivíduos segundo a OPAN (Ong Operação Amazônia Nativa). Já os Kulina do lado peruano somavam aproximadamente 500 pessoas em 1998 (SIL – Summer Institute of Linguistics).

Vivem em várias Terras Indígenas que compartilham com outros povos, como os Kaxinawa, Yaminawá e Ashaninka. Para mais informações sobre as terras Kulina veja ao lado em “Terras habitadas”.

Segundo dados da Funai obtidos em 2002, os Kulina do Acre totalizavam 1.737 indivíduos, distribuídos em 15 aldeias, sendo Canamari a de maior densidade, com 680 pessoas. No sul do Amazonas eram em torno de 800, distribuídos em 19 aldeias.

Casa na aldeia kulina de Santo Amaro. Foto Eduardo Viveiros de Castro, 1978.

Casa na aldeia kulina de Santo Amaro. Foto: Eduardo Viveiros de Castro, 1978.

Histórico do contato

Existe pouca informação histórica acerca desse grupo, principalmente no período que antecede ao final do século XIX. Até aquele momento os pioneiros na penetração dessa região eram basicamente coletores de drogas e eventuais caçadores que não tinham interesse ou recursos para realizar registros.

Como grandes afluentes do Amazonas, o Juruá e o Purus permitem navegação boa parte do ano, principalmente em seu baixo e médio curso. Os primeiros viajantes que os percorreram tiveram suas impressões limitadas à percepção que uma viagem de barco num rio oferece, principalmente da várzea. Para além dela viviam não só os Kulina, mas outros povos centrados no interior da floresta, que naqueles tempos raramente eram vistos.

Jupaú Samuel e Biari. Foto Roberto Zwetsch, 1984.

Jupaú Samuel e Biari. Foto: Roberto Zwetsch, 1984.

Essas primeiras expedições de coletores das “drogas do sertão” exploravam os índios por meio de relações comerciais em que recebiam dos nativos tartarugas, especiarias, óleos vegetais, madeiras de lei e sementes de cacau, dando em troca ferramentas, roupas, anzóis e outros produtos industrializados.

Em 1837, o inglês W. Chandless, para o Journal of the Royal Geographical Society produziu um relatório detalhado sobre a região, em que pela primeira vez aparecem referências a vários povos, entre eles os Kulina, também chamados corinos e kulinos.

Os primeiros contatos regulares dos Kulina com os cariás deram-se com os seringueiros no ciclo da borracha do final do século XIX, quando então viviam no interior da floresta. Em função das sangrentas “correrias”, assim chamadas as violentas incursões promovidas por seringueiros brasileiros e caucheiros peruanos, eles fugiram em direção às cabeceiras dos rios da região. Houve um duplo deslocamento provocado pela direção que caucheiros e seringueiros tomavam, não apenas dos Kulina como também de outras etnias em direção as cabeceiras dos rios em elas habitavam. Os primeiros vinham do Peru para a Amazônia e os segundos subiam os rios amazônicos em direção a Bolívia e ao Peru, no caso dos Kulina principalmente no Alto Purus e Juruá.

Kulina do Posto Indígena Rio Gregório. Foto Acervo Museu do Índio, 1928..jpg

Kulina do Posto Indígena Rio Gregório. Foto: Acervo Museu do Índio, 1928.

As dificuldades para o escoamento da produção em razão do difícil acesso prejudicaram a constituição de seringais nos trechos mais acidentados dos rios, principalmente quando a água fica mais rasa, criando condições para que os Kulina e outras etnias vivessem por algum tempo com menor interferência não indígena.

Após a implantação dos seringais evidencia-se a necessidade de mão-de-obra para alimentar a dinâmica do barracão: o perverso sistema de aviamento que permitia ao seringalista manter o seringueiro preso a dívidas impagáveis, contraídas para seu sustento, que seriam pagas com sua produção de borracha.

A promessa de riqueza fácil e abundante proporcionada pelo sonho da borracha estimulou a migração para essa área de nordestinos. Também se intensificam em todas as áreas as “correrias” que agora objetivavam a captura dos índios para o trabalho nos seringais. Com o passar do tempo, a própria necessidade de utensílios domésticos, armas, tecidos e as facilidades de contato nos barracões à beira dos rios termina por aproximar os Kulina e outras etnias na região dos brancos.

Kulina e Kaxinawá. Foto Walter Sass, 1984..jpg

Kulina e Kaxinawá. Foto: Walter Sass, 1984.

 Apenas em 1984, aliados aos Kaxinawá, realizaram a autodemarcação da Terra Indígena Alto Purus, que foi seguida de sua interdição pela Funai em 31/07/1987 para estudo e definição, sendo a demarcação oficial da datada de 05 de janeiro de 1996. Os Kulina, historicamente, assim como outras etnias, sobreviveram entre grupos hostis, fazendo da guerra a seus inimigos uma constante, mantendo ainda hoje relações jocosas com grupos da região, inclusive com seus vizinhos Kaxinawá, tratando-se essa aliança temporária uma estratégia diplomática pontual e necessária com o antigo rival.

Embora a situação jurídica de suas terras esteja regularizada, a pressão social provocada pela interação com fazendeiros e vizinhos, pelo confronto com caçadores e pescadores, além das frequentes invasões de sua área para a extração ilegal de madeira, demandam atenção permanente e estratégias preventivas no sentido de minimizar os impactos que essas interações causam e poderão causar.

Estes textos e imagens são trazidos a você por Povos Indígenas no Brasil

Saiba mais: https://pib.socioambiental.org/pt/povo/kulina/457

Kulina do Igarapé Medonho. Foto Heiner Heine, 1986.

Kulina do Igarapé Medonho. Foto: Heiner Heine, 1986.

 

Kulina: Uma língua do Brasil

ISO 639-3 Cul

Nomes alternativos: Corina, Kulina, Kuliná, Kulína, Madihá, Madija

Autodenominação: Madiha

População: 3.500 (2006, ISA). Total de usuários em todos os países: 3.900.

Localização: Acre e Amazonas: Rio Juruá e Purus.

Mapa da Língua: Centro-Oeste do Brasil; Peru

Status da linguagem: 6b (Ameaçado).

Classificação: Arauano

Dialetos: Mudanças menores do dialeto peruano.

Tipologia: SOV.

Uso da Língua: Ainda falado como L1 em ​​aldeias remotas, mas o português [por] está se tornando dominante em aldeias perto de cidades (Crevels, 2007).

Desenvolvimento da linguagem: Literatura. Gramática. Textos. NT: 2014.

Recursos de idiomas: Recursos da OLAC sobre Kulina

Escrevendo: Script latino [Latn] .

Outros comentários: Podem ainda haver alguns grupos isolados na fronteira Brasil-Peru.

Maloca no Posto Indígena Rio Gregório. Foto Acervo Museu do Índio, 1928..jpg

Maloca no Posto Indígena Rio Gregório. Foto: Acervo Museu do Índio, 1928.

 

Também falado no Peru

Nome da língua: Kulina

População: 400 (2002, J. Boyer), aumentando. Principalmente monolíngue. População étnica: 400.

Localização: Região Ucayali: perto da fronteira com o Brasil, os rios superiores Purus e Santa Rosa.

Nomes alternativos: Kollina, Kulina, Kulino, Kuliná, Kurina, Madiha, Madihá, Madija

Status: 5 (Desenvolvimento). Linguagem reconhecida (2011, Lei 29735, Preservação e Uso de Línguas Originais do Peru).

Uso da Língua: Vigoroso. Duas escolas bilíngues. Todas as crianças adquirem a linguagem (Crevels, 2007). Todas as idades. Alguns também usam o espanhol [spa] (Crevels, 2007).

Desenvolvimento da linguagem: Taxa de alfabetização em L1: Mais de 50%. Taxa de alfabetização em L2: 1% -5%. Escola primária principalmente em espanhol [spa], um pouco em Kulina.

Outros comentários: Cristão.

Participe deste Projeto!

Ajude a Construir o Futuro que Nós Queremos!