Roteiro Cultural 2017-2021

 Nova Amazônia – Reserva Ducke

A Reserva Adolpho Ducke é uma fonte de estudos e pesquisas a respeito dos ciclos climáticos e ecológicos da floresta com seus aquíferos, fauna e flora. O programa visita a “biblioteca viva”, buscando diversos olhares daqueles que trabalham na valorização da vida e dos ciclos reprodutivos da floresta.

 

Duração: 00:27:47

Série: Nova Amazônia

Etapa de ensino: Geral

Ano de produção: 2013

Público-alvo: Público em geral

Faixa etária: 10-12

Área temática: Meio Ambiente

País de origem: Brasil

Áudio original: Português

Realização: TV Cultura Amazonas

 

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Roteiro Cultural 2017-2021

 Nova Amazônia – Teatros da Amazônia

 

O episódio mostra um pouco da história e da arquitetura dos dois teatros monumentos, cheios de elipses e descontinuidades entre projetos civilizatórios, republicanos e populares. De um lado, dois historiadores, um amazonense e outro paraense, para discutir a história e as reformas dos teatros; de outro, trabalhadores antigos, ainda em atividade, que vivem e viveram parte dessas histórias.

 

Duração: 00:26:59

Série: Nova Amazônia

Etapa de ensino: Geral

Ano de produção: 2013

Público-alvo: Público em geral

Faixa etária: 10-12

Área temática: Meio Ambiente

País de origem: Brasil

Realização: TV Cultura Amazonas

 

Veja também: Nova Amazônia – Teatro Amazonas

 

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Roteiro Cultural 2017-2021

 Nova Amazônia – Teatro Amazonas

 

O programa visita um dos símbolos mais imponentes de Manaus, o Teatro Amazonas, considerado a expressão da riqueza da cidade na época do Ciclo da Borracha. O episódio mostra como o teatro, antes considerado um templo da cultura burguesa, hoje, por meio de políticas de inclusão, está se popularizando entre os cidadãos manauaras. De festivais de ópera ao Festival de Cinema do Amazonas, o teatro influencia a vida cultural da cidade, sendo o primeiro contato de muitos moradores da região com a arte.

 

Duração: 00:27:20

Série: Nova Amazônia

Etapa de ensino: Geral

Ano de produção: 2015

Público-alvo: Público em geral

Faixa etária: 10-12

Área temática: Meio Ambiente

País de origem: Brasil

Realização: TV Cultura Amazonas

 

Veja também: Nova Amazônia – Teatros da Amazônia

 

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Roteiro Cultural 2017-2021

 Nova Amazônia – Turismo 1

 

 

Na Amazônia não faltam boas ideias para quem sonha com o próprio negócio. Mas para sobreviver à selva do mercado, os empreendedores amazônicos precisam de criatividade, ousadia e persistência. Neste episódio, conheça doces exóticos que unem uma comunidade regional ao mercado internacional. Descubra que a alta tecnologia é um dos mais promissores e desconhecidos produtos originais dessa região e, ainda o trabalho das incubadoras de empresas que auxiliam quem procura o sucesso investindo na floresta.

Duração: 00:24:57

Série: Nova Amazônia

Etapa de ensino: Geral

Ano de produção: 2013

Público-alvo: Público em geral

Faixa etária: 10-12

Área temática: Meio Ambiente

País de origem: Brasil

Áudio original: Áudio original

Produção: TV Cultura Amazonas

Veja também: Nova Amazônia – Turismo 2

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Roteiro Cultural 2017-2021

Nova Amazônia – Turismo 2

Este episódio mostra o potencial da região no turismo e revela, por meio das opiniões de especialistas, como essa atividade traz ganhos econômicos significativos para os moradores de cidades do interior, como Presidente Figueiredo. O programa também mostra como os moradores contribuem com ações para manter a floresta e o ambiente em perfeito equilíbrio, mesmo tirando o sustento a partir dela.

Duração: 00:27:20

Série: Nova Amazônia

Etapa de ensino: Geral

Ano de produção: 2013

Público-alvo: Público em geral

Faixa etária: 10-12

Área temática: Meio Ambiente

País de origem: Brasil

Áudio original: Áudio original

Produção: TV Cultura Amazonas

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NENHUMA LÍNGUA A MENOS

 

O Novo Testamento

na

Língua Wajãpi do Amapari do Brasil

Janejare’e Ayvukwerà

Edição para a Web ©2015, Wycliffe Bible Translators, Inc.

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O Filme Jesus na Língua Wajãpi (Amapari)

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O Filme Jesus na Língua Wajãpi (Oiapoque)

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Recursos na Língua Wajãpi (Scripture Earth)

Menina Wajãpi. Foto - Dominique T. Gallois, 1983.jpg

Menina Wajãpi. Foto – Dominique T. Gallois, 1983

Recursos em áudio na Língua Wajãpi (Global Recordings Network)

Curtas histórias da Bíblia em áudio, mensagens evangelísticas e podem incluir músicas. Eles explicam a salvação e dão o ensinamento cristão básico.

Número do Programa: A07510
Nome de Língua: Wajapi

Duração do Programa: 21:02min.

Criação 3:43min.

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Noé 3:40min.

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Sobre Jesus 3:17min.

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A Crucificação 3:38min.

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A Ressurreição 3:22min.

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A Segunda Vinda 3:20min.

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Essas gravações são projetadas para evangelismo e ensino básico da Bíblia para trazer a mensagem do evangelho a pessoas que não são alfabetizadas ou são de culturas orais, particularmente grupos de pessoas não alcançadas.

Copyright © 1963 Global Recordings Network. Esta gravação pode ser copiada livremente para uso do ministério pessoal ou local, desde que não seja modificada e não seja vendida ou empacotada com outros produtos vendidos.

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Akukusiã, o dono da caça (Leg. Português)

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Introdução

Wajãpi é o nome utilizado para designar os índios falantes desta língua Tupi que vivem na região delimitada pelos rios Oiapoque, Jari e Araguari, no Amapá. São os mesmos Guaiapi, mencionados na região do baixo rio Xingu, sua área de origem, desde o século XVII.

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Aldeia Mariry. Foto – Dominique T. Gallois, 1983

Subgrupos

Os índios reconhecem o termo Wajãpi como designação inclusiva para todos os subgrupos que vivem nessa área, correspondendo, portanto, à autodenominação do povo. Utilizam, também, como autodesignação a expressão iane, “nós”.

Nos mitos de origem, os Wajãpi situam-se como uma etnia diferenciada, globalmente, dos outros povos por eles conhecidos: os brasileiros (karai-ku), os franceses (parainsi-ku) e os grupos indígenas vizinhos (Wayana-Aparai, Tiriyó, Karipuna, Galibi e Palikur). A tradição estabelece que, no tempo mítico, todos os povos viviam juntos e teriam sido separados pela intervenção do herói criador, Ianejar (“nosso dono”).

Após esta separação, as outras etnias se distanciaram e, desde então, os Wajãpi consideram que habitam o “centro da terra”. Ali, eles se dividiram em diferentes grupos que se reconhecem como “parentes”.

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Ritual Wajapi. Foto – Marcio Ferreira

Língua

A língua falada pelos Wajãpi se inclui na família Tupi-Guarani. Com os Emerillon do rio Oiapoque, na Guiana Francesa, são os únicos representantes desta família linguística na área. O conhecimento do português, por parte destes Wajãpi, está progredindo rapidamente: em todas as aldeias encontram-se de 5 a 10 homens entre 15 e 35 anos que falam bem o português. As mulheres e as crianças, com raras exceções, não falam essa língua, embora entendam a maior parte das conversas.

Existem Wajãpi também na Guiana Francesa, cuja língua apresenta diferenças dialetais a nível fonético e lexical, por ter recebido influências de línguas Karib. Entre estes Wajãpi do Oiapoque, a maioria dos homens fala francês e muitos conhecem também a língua Wayana.

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Fazendo cestos. Foto – Dominique T. Gallois, 1978

Histórico do contato

A história dos Wajãpi nos últimos 250 anos corresponde à expansão desse povo rumo ao norte, desde sua origem no baixo rio Xingu até sua instalação na área que ocupam hoje. Nos últimos 100 anos, essa migração os levou a abandonar os grandes eixos, como o rio Jari, para se instalar nas cabeceiras e nos afluentes dos rios Jari, Amapari e Oiapoque. Nestas regiões, experimentaram diferentes processos de relações intertribais e interétnicas, que resultaram na diferenciação dos atuais subgrupos Wajãpi.

Em 1973, os Wajãpi do Amapari foram “contatados” por uma equipe de atração da Funai que preparava, naquela região, os trabalhos de abertura da rodovia Perimetral Norte (BR 210). Quando os trabalhos de construção da estrada foram interrompidos em 1976, o trecho final já penetrava por mais de 30 km a área indígena. A estrada, aliada à uma fiscalização inadequada, abriu as terras dos Wajãpi aos invasores: inicialmente caçadores de peles, depois garimpeiros e, mais recentemente, interesses de empresas de mineração, atraídas pelas importantes jazidas de ouro, cassiterita, manganês e tântalo da região. Ao mesmo tempo, crescia a pressão nos limites da área, na medida em que as margens da Perimetral Norte vinham sendo ocupadas por serrarias, fazendas e garimpos, alimentados pelos centros urbanos próximos (Serra do Navio, a 90 km da área indígena, e Macapá, a 370 km).

A partir dos anos 80, os Wajãpi assumiram expulsar, sozinhos, os invasores de seu território. Ao mesmo tempo, deram início a várias atividades de controle territorial e de diversificação do extrativismo na área tradicionalmente ocupada.

As dificuldades de subsistência nas aldeias super povoadas e as mais atingidas pela proximidade da rodovia Perimetral Norte e, consequentemente, pelo esgotamento dos recursos naturais, fez com que muitas famílias voltassem aos sítios de ocupação tradicional, em zonas distantes dos Postos da Funai e das missões de fé (MNTB – Missão Novas Tribos do Brasil, SIL – Sociedade Internacional de Linguística) que atuam na área, ou se dispersassem em pequenas aldeias situadas num raio de 5 a 20 km dos Postos. Atualmente, há 13 aldeias permanentes além de numerosos acampamentos dispersos em toda a extensão da área indígena.

Em 1990, o presidente da Funai (Fundação Nacional do Índio) interditou a Área Indígena Wajãpi, com 543.000 ha, nos municípios de Almerim, Mazagão e Macapá, no Amapá. Em 1994, iniciou-se, com apoio do governo alemão, no contexto do PPG-7, a autodemarcação da área indígena Wajãpi. Neste mesmo ano, foi fundado o Conselho das Aldeias Wajãpi, reunindo todos os chefes de famílias extensas, que escolheram sua diretoria. Esta associação é também denominada Apina, nome de um subgrupo da etnia lembrado pela sua valentia na guerra: eram os Wajãpi que “flechavam longe”. Seus objetivos principais são garantir uma representação mais direta da comunidade junto às autoridades e buscar soluções para reorientar o relacionamento com as agências que atuam na área.

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Encontro de lideranças indígenas com o governador do Amapá Jorge Nova da Costa.

Foto – Dominique T. Gallois, 1989.

Vida cerimonial

A vida cerimonial dos Wajãpi é intensa, marcada por grandes ciclos de rituais como a festa do milho (no inverno), a festa do mel e as danças dos peixes. Esses ciclos constituem-se em cantos ordenados, que nem sempre são conhecidos por todos, dando lugar a reuniões entre comunidades para participação na festa, com danças e cantos das músicas coletivas, acompanhadas de flautas de diversos tipos. Durante essas reuniões são distribuídas grandes quantidades de caxiri preparadas por uma ou duas mulheres, cujos maridos são os “donos” da festa. A maioria dessas festas tem caráter profano.

Certas danças, como as do milho, a dos peixes e o ciclo do turé, contêm elementos rituais mais preeminentes. Dançam mais em momentos de crise, para agradar e aplacar Ianejar, herói criador, que sempre ameaça destruir a humanidade. Por outro lado, os rituais associados à iniciação das meninas são realizados no âmbito familiar e raramente dão lugar a festas coletivas.

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Cenas do vídeo O Espírito da TV. Foto – Vincent Carelli, 1990

Agricultura

A agricultura é uma atividade central na vida dos Wajãpi. A abertura das clareiras condiciona a localização das habitações permanentes e o ritmo dos deslocamentos sazonais; o produto das plantações, de curto, médio e longo ciclo, contribuem em praticamente 50% dos alimentos consumidos pelo grupo.

Os trabalhos agrícolas são realizados segundo técnicas tradicionais de queima e coivara; o uso de machados de ferro, aos quais os Wajãpi do Amapari têm acesso regular há apenas 30 anos, modificou, segundo eles, o tamanho das clareiras, sem alterar, porém, o ritmo dos trabalhos agrícolas. Queimar e limpar as roças são atividades coletivas, nas quais um chefe de família é ajudado por outros membros da comunidade, num sistema de mutirão denominado pusirõ. Na roça, as espécies cultivadas são plantadas sem ordem aparente. Há uma nítida ênfase para a mandioca brava, cujos subprodutos – farinha, beiju, tapioca, tucupi e caxiri – constituem a base da alimentação.

Os outros produtos cultivados são o milho, a banana, o cará e a batata doce, cana de açúcar e frutas como caju, mamão, abacaxi, além da pimenta, amendoim e feijão. Os Wajãpi cultivam, ainda, o urucum, a cana para as flechas, o curauá, do qual obtêm fibras para cordas, o veneno de pesca, o algodão, cuias e cabaças. Para cada espécie, os Wajãpi possuem um número elevado de variedades: conhecem mais de quinze tipos de mandioca brava, dez tipos de batata, outros dez de cará, cinco de milho, etc.

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Família Wajãpi. Foto – Dominique T. Gallois

As aldeias

A composição da aldeia Wajãpi não é constante: os membros do grupo local estão sempre em movimento entre as aldeias e as casas provisórias construídas junto às roças. Cisões políticas e reunião de membros de grupos distintos contribui para a recomposição constante da população das aldeias, assim como surtos de doenças, mortes e problemas de invasões intermitentes do território por garimpeiros. O ciclo agrícola e o esgotamento da caça também influenciam o deslocamento dos Wajãpi por seu território.

A aldeia Wajãpi não apresenta formato característico, as casas estão dispersas no espaço limitado pelo igarapé ou pelo rio e pelas roças, deixando livre uma praça (okara) onde se realizam as atividades sociais e rituais.

Cada casa corresponde a uma família nuclear ou, em raros casos, a uma família extensa, abrigando em média 4 a 7 pessoas.

As casas do tipo tradicional são casas palafíticas construídas sobre estacas que podem chegar à altura de dois metros: tem-se acesso ao estrado por uma escada esculpida num tronco de árvore. A cobertura, em duas águas, é feita de folhas de ubim e palha preta. Atualmente elas vêm sendo substituídas por grandes construções baixas, sem paredes, ou ainda por simples tapiris de construção rudimentar e provisória. Além das casas de habitação, há também em todas as aldeias, na proporção de uma para duas ou três casas, construções que servem de cozinha, com jiraus, os pontos para o fogo e todos os instrumentos para o processamento da mandioca. Estas construções servem para várias famílias nucleares e nela se reúnem mães e filhas para a preparação dos alimentos.

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Criança na escola Wajãpi. Foto -Dominique T. Gallois

População

Dados demográficos dos últimos 25 anos demonstram que os Wajãpi têm tido um crescimento populacional constante, sendo que a taxa de natalidade cresceu muito nos anos que se seguiram ao contato com a Funai, ocorrido em 1973.

Nessa época, eles contavam, no Brasil, com 151 indivíduos. Quinze anos depois, somavam 310 indivíduos. Eram 498 indivíduos no Brasil (censo de 1994) e 412 na Guiana Francesa (censo de 1992), totalizando uma população de aproximadamente 910 pessoas.

Saiba mais: https://pib.socioambiental.org/pt/povo/wajapi

Wajãpi: uma língua do Brasil

ISO 639-3 Oym

Nomes alternativos: Guaiapi, Guayapi, Oiampí, “Oiampipucu” (pej.), Oyampí, Oyampík, “Oyampipuku” (pej.), Oyanpík, Waiampi, Waiãpi, Wajapae, Wajapuku, Wayapae, Wayãpi

População: 530 no Brasil (2000 SIL). Inclui 520 falantes de Amapari, 10 de Oiapoque. Total de usuários em todos os países: 1.180.

Localização: Amapá e Pará: afluentes do rio Amapari superior. 8 aldeias.

Mapa da língua: Nordeste do Brasil; Guiana Francesa e Suriname

Status da linguagem: 5 (Desenvolvimento).

Classificação: Tupian, Tupí-Guaraní, Wayampí, Wayampí

Dialetos: Oiyapoque Wayampi, Amapari Wayampi, Jari. Monolinguistas. Incluem crianças com menos de 6 anos, mais de metade das mulheres, a maioria dos homens com mais de 45 anos, e todos os que recentemente foram do Brasil.

Uso da Língua: Todos ainda falam a sua língua materna, mas o conhecimento do português [por] está a crescer (Crevels 2007). Também use o português [por] (Crevels 2007).

Desenvolvimento da linguagem: Taxa de alfabetização em L1: 10% -30%. Taxa de alfabetização em L2: abaixo de 5%. Dicionário. Gramática. NT: 2003.

Recursos de idiomas: Recursos da OLAC em e sobre Wayampi

Escrevendo: Script latino [Latn] .

 

Também falado na Guiana Francesa

Nome do idioma: Wayampi

População: 650 na Guiana Francesa (2000 SIL), aumentando. 120 Camopí e Masikilí no rio Oyapock médio, e 180 em 3 aldeias em Oyapock superior em torno de Trois-Sauts (Grenand 1980). População étnica: 1.200.

Localização: Distrito de Cayenne: rio superior de Oyapock em 2 estabelecimentos, um perto de Camopi, o outro no sul ao longo das cabeceiras do Oyapock.

Nomes alternativos: Oiampí, Oiumpian, Oyampí, Oyapí, Wajapi, Wayapi, Wayãpi

Dialetos: Oiyapoque, Wajapuku.

Status: 6a (vigoroso).

Uso da Língua: 20 no alto Rio Oyapock falam Wayana imperfeito. Todas as idades. Também usam o Emerillon [eme], francês [fra], francês crioulo guianês [gcr], português [por].

Outros comentários: 2 escolas: 1956 e 1971.

Recursos dos Arquivos Abertos de Línguas: Olac

ISO 639-3: oym

Recursos lexicais

  1. Dicionário por tópicos nas línguas oiampí (wajapĩ)-portuguê Olson, Roberta. 1978. Ensaios lingüísticos ; 2. oai:gial.edu:24920
  2. Dicionário por tópicos nas línguas oiampí (wajapĩ) – português. Olson, Roberta. 1978. Ensaios Linguísticos. oai:sil.org:17070

Descrições do idioma

  1. O desenvolvimento histórico da língua wayampi. Jensen, Cheryl Joyce S. 1989. Série Línguas indígenas. oai:gial.edu:24803
  2. Glottolog 2.7 Resources for Wayampi. n.a. 2016. Max Planck Institute for the Science of Human History. oai:glottolog.org:waya1270
  3. PHOIBLE Online. phonemic inventories for Wayampi. n.a. 2014. Max Planck Institute for Evolutionary Anthropology. oai:phoible.org:oym
  4. Descrição preliminar de orações wajapĩ. Olson, Gary. 1978. Ensaios Lingüísticos. oai:sil.org:3460
  5. Comparação Preliminar Das Línguas Emerillon e Oiampi No Seu Desenvolvimento Do Proto Tupi-Ǥuarani. Jensen, Allen A. 1979. Associação Internacional de Lingüística SIL – Brasil. oai:sil.org:42621
  6. WALS Online. Resources for Wayampi. n.a. 2008. Max Planck Institute for Evolutionary Anthropology. oai:wals.info:way
  7. LAPSyD Online. page for Wayampi. Maddieson, Ian. 2009. http://www.lapsyd.ddl.ish-lyon.cnrs.fr. oai:www.lapsyd.ddl.ish-lyon.cnrs.fr:src763

Outros recursos sobre o idioma

  1. La langue wayãpi (Guyane Française): Phonologie et grammaire. Grenand, Françoise. 1980. Centre National de la Reserche Scientifique. oai:refdb.wals.info:3886
  2. Wayampi. Jensen, Allen A. 1994. Typological Studies in Negation. oai:refdb.wals.info:4491
  3. The positioning of non-pronominal clitics and particles in Lowland South American languages. Dooley, Robert A. 1990. Amazonian linguistics: Studies in lowland South American languages. oai:refdb.wals.info:4626
  4. Dicionnaire Wayãpi-Francais. Grenand, Francoise. 1989. Centre National de la Recherche Scientifique. oai:refdb.wals.info:5361
  5. Excerpts from cross-referencing changes in some Tupí-Guaraní languages. Jensen, Cheryl J. 2008. SIL International. oai:sil.org:2700
  6. Pragmatics and grammar: Motivation and control. Dooley, Robert A. 1988. Work Papers of the Summer Institute of Linguistics, University of North Dakota Session. oai:sil.org:40113
  7. Algumas consequências morfológicas do desenvolvimento fonológico da língua wayapí (oyampí). Jensen, Cheryl J. 1983. Estudos Lingüísticos. oai:sil.org:2614
  8. O desenvolvimento histórico da língua wayampi. Jensen, Cheryl J. 1984. SIL Language and Culture Archives. oai:sil.org:9916
  9. The Wayãpi – A world in conflict. Olson, Gary. 1982. SIL Language and Culture Archives. oai:sil.org:9827
  10. Sistemas indígenas de classificação de aves: Aspectos comparativos, ecológicos e evolutivos. Jensen, Allen A. 1988. Museu Paraense Emílio Goeldi. oai:sil.org:732
  11. Jensen, Allen A. 1994. Typological Studies in Language. oai:sil.org:2543
  12. O desenvolvimento histórico da lingua wayampi. Jensen, Cheryl J. 1989. Serie Línguas Indígenas. oai:sil.org:3554
  13. Biological information transmitted through festival. Jensen, Allen A. 1990. Museu Paraense Emílio Goeldi. oai:sil.org:668
  14. Um estudo de frases não-verbais em oiampí. Jensen, Cheryl J. 1978. Arquivos de Anatomia e Antropologia. oai:sil.org:1278
  15. Indigenous systems of bird classification: comparative, ecological and evolutionary aspects [abstract]. Jensen, Allen A. 1988. SIL Language and Culture Archives. oai:sil.org:17083
  16. Sistemas indígenas de classificação de aves: Aspectos comparativos, ecológicos e evolutivos. Jensen, Allen A. 1985. SIL Language and Culture Archives. oai:sil.org:9594
  17. Wayampi: a language of Brazil. n.a. 2013. SIL International. oai:ethnologue.com:oym

Outros nomes conhecidos e nomes de dialetos: Amapari Wayampi, Guaiapi, Guayapi, Jari, Oiampí, Oiampipucu, Oiumpian, Oiyapoque, Oiyapoque Wayampi, Oyampí, Oyampík, Oyampipuku, Oyanpík, Oyapí, Waiampi, Waiãpi, Wajapae, Wajapi, Wajapuku, Wayapae, Wayãpi

Outros termos de pesquisa: dialecto, vernáculo, léxico, dicionário, vocabulário, lista de palavras, livro de frases, gramática, sintaxe, morfologia, fonologia, ortografia

http://www.language-archives.org/language.php/oym
Atualizado em:
Sun Feb 12 0:11:54 EST 2017

 

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